Cada modelo abaixo é um negócio de exemplo, navegável de verdade: o app do cliente, o site de pedidos e o painel de quem toca a loja.
O cliente senta, lê o QR e pede do celular. A conta fica aberta no lugar — mesa ou guarda-sol — e quem chega depois precisa da autorização de quem abriu. É a mesma família; muda o que a casa faz além disso.
Do pedido no celular à porta do cliente: cardápio, pagamento, cozinha e entrega rastreada. Estes três saem sem salão — mas a comanda na mesa entra como extensão quando a casa tiver mesas: é o mesmo sistema do modelo completo acima, ligado por cima.
Nascem no delivery — catálogo grande, recompra e entrega agendada. O atendimento no balcão entra como aditivo: a mesma tela do painel vira frente de caixa para quem chega na loja.
Muitos donos no mesmo lugar: um QR por barraca, cada feirante com o seu próprio catálogo e o seu caixa.
Mensalidade, não pedido. Aqui o produto é recorrência: check-in por QR na catraca, cobrança que se renova sozinha e conteúdo exclusivo que segura o aluno. Cada modelo é um link com três visões — aluno, recepção e gestão — troque no seletor do alto da página.
Este é de outra natureza. Não tem carrinho nem cardápio: tem cronômetro, incremento mínimo, prorrogação anti-sniping e cartão pré-autorizado que só é capturado no martelo. Três telas: app do participante, pregão no computador e painel do leiloeiro.